NÃO DEIXE DE VISITAR O “RESTAURANTE IMPÉRIO” NESTE FIM DE SEMANA EM LORIGA
lorigasuicaportuguesa
SERRA DA ESTRELA
Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011
Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011
18 DE SETEMBRO FESTAS EN HONRA DE NOSSA SENHORA DO CARMO EM LORIGA
Retirado do site : Os meus videos de Zé Fernandes
Quarta-feira, 7 de Setembro de 2011
Memorias recentes.....
Recordar
José Joaquim Antunes Simão
José Joaquim Antunes Simão
Recordar José Joaquim Antunes Simão, o "Zeca do Minilor" como assim era conhecido é recordar um amigo e mais um residente do meu pitoresco "Bairro de S.Ginês" que cada vez mais vejo as pessoas a desaparecer.
O Zeca era um bairristas, muito popular no meio loriguense, adorava a sua terra e o seu querido Bairro de S.Ginês que muitas vezes me dizia "temos que programar uma festa ali no nosso Bairro" mandarmos vir a gente que está fora, mas tem que ser uma festa de arrombo. Fomos adiando esta ideia e o tempo foi passando e ficou para tarde.
Recordava-mos o nosso Bairro com uma nostalgia que nos fazia sentir bem, falamos das pessoas e dos acontecimentos e de tudo o por ali passamos, quando parecia ser-mos todos uma mesma família numa mesma comunidade, tinha uma maneira própria e bem sentida quando nos púnhamos a conversar e a recordar as pessoas do nosso Bairro de S.Ginês, que tantas saudades nos deixaram.
Proprietário do popular "Café Minilor" o Zeca ia completar no próximo dia 2 de Julho os seus 46 anos de vida (1965-2011) era uma referência em Loriga, sempre amigo do amigo e pronto para ajudar a todos e a tudo. O seu café era o meu primeiro poiso assim que chegava a Loriga, apesar de por vezes não estar, perguntava logo por ele, a sua partida tão depressa desta vida, quando ainda tinha tanto para fazer e para dar, vou notá-la assim que novamente voltar a Loriga.
A lutar com grave doença já algum tempo, o Zeca impressionava-me pela sua força e estímulo que dava, foi ele próprio um grande lutador resignando-se à sorte madrasta de muito ter que sofrer com a doença que o atormentava.
Quando o telefone tocou na minha casa e a voz do outro lado que chega me diz morreu o "Zeca do Minilor" sentimos uma frustração e ao mesmo tempo uma certa revolta, ainda tão novo e com tão curta passagem por esta vida, nos faz ao mesmo tempo meditar, mas nada à fazer, temos que nos resignar e continuar-mos em frente, mas que vamos notar a sua falta, sim eu vou notar.
Descansa em Paz Zeca. Até um dia quando nos voltarmos a encontrar, nessa altura te direi se foi concretizada a festa no nosso Bairro de S. Ginês, com a qual tu e eu sonhamos.
O Zeca era um bairristas, muito popular no meio loriguense, adorava a sua terra e o seu querido Bairro de S.Ginês que muitas vezes me dizia "temos que programar uma festa ali no nosso Bairro" mandarmos vir a gente que está fora, mas tem que ser uma festa de arrombo. Fomos adiando esta ideia e o tempo foi passando e ficou para tarde.
Recordava-mos o nosso Bairro com uma nostalgia que nos fazia sentir bem, falamos das pessoas e dos acontecimentos e de tudo o por ali passamos, quando parecia ser-mos todos uma mesma família numa mesma comunidade, tinha uma maneira própria e bem sentida quando nos púnhamos a conversar e a recordar as pessoas do nosso Bairro de S.Ginês, que tantas saudades nos deixaram.
Proprietário do popular "Café Minilor" o Zeca ia completar no próximo dia 2 de Julho os seus 46 anos de vida (1965-2011) era uma referência em Loriga, sempre amigo do amigo e pronto para ajudar a todos e a tudo. O seu café era o meu primeiro poiso assim que chegava a Loriga, apesar de por vezes não estar, perguntava logo por ele, a sua partida tão depressa desta vida, quando ainda tinha tanto para fazer e para dar, vou notá-la assim que novamente voltar a Loriga.
A lutar com grave doença já algum tempo, o Zeca impressionava-me pela sua força e estímulo que dava, foi ele próprio um grande lutador resignando-se à sorte madrasta de muito ter que sofrer com a doença que o atormentava.
Quando o telefone tocou na minha casa e a voz do outro lado que chega me diz morreu o "Zeca do Minilor" sentimos uma frustração e ao mesmo tempo uma certa revolta, ainda tão novo e com tão curta passagem por esta vida, nos faz ao mesmo tempo meditar, mas nada à fazer, temos que nos resignar e continuar-mos em frente, mas que vamos notar a sua falta, sim eu vou notar.
Descansa em Paz Zeca. Até um dia quando nos voltarmos a encontrar, nessa altura te direi se foi concretizada a festa no nosso Bairro de S. Ginês, com a qual tu e eu sonhamos.
UM AGRADECIMENTO DE JORGE GARCIA!!
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Um agradecimento especial aos Blogs residentes em Loriga (administrados por Zé Fernandes, Tó Amaro e António Marcos) e também aos Blogs da região, ao canal de televisão SIC, à imprensa escrita e todos os outros meios que difundiram a minha recepção, que assim levaram ao mundo o acontecimento, um privilégio para que assim muitos dos que não puderam estar presentes puderem ver este grande efeito de reportagem, DEUS é grande e faz coisas como elas devem ser feitas, por isso o meu MUITO OBRIGADO. Aqui quero também fazer o AGRADECIMENTO À NOSSA SENHORA DA GUIA ONDE COM A MINHA FÉ ENCONTRO JUNTO A ELA TODAS AS FORÇAS QUE ME TEM DADO, EM ESPECIAL POR ESTE GRANDE EVENTO E AVENTURA QUE FICARÁ GRAVADO NOS NOSSOS CORACOES - OBRIGADO N.S.DA GUIA. Agora também os meus AGRADECIMENTOS às entidades administrativas locais e municipais por terem estado presentes na minha chegada MIL VEZES OBRIGADOS e, por me terem recebido tão calorosamente nas instalações da Câmara Municipal de Seia, no passado dia 01-09-2011, UM MUITO OBRIGADO PELO VOSSO GESTO TÃO CARINHOSO. Para a Rádio Clube Arganil MIL OBRIGADOS pelo vosso trabalho de divulgação em especial ao senhor JOSÉ CONDE E D. NATALIA e ainda toda uma vasta equipa que tão bem divulgaram esta minha Aventura e também pelo vosso Acolhimento tão caloroso como tenho sido recebido das várias vezes que já vos visitei e que este AGRADECIMENTO seja extensivo também aos seus ouvintes. À ArganilTV pela maneira como fizeram tão alargada reportagem de grande louvor e de relevo, o meu MUITO OBRIGADO. AGRADECER à Banda da nossa terra, que estando fora todo o dia a actuar numa romaria, ao regressarem à nossa terra e já com a noite bem firme, creio até já bastante cansados, vieram associar-se à nossa festa, que muito me sensibilizou, à sua direcção e a todo o elenco musical os meus mais sinceros AGRADECIMENTOS. E agora um GRANDE E ESPECIALISSIMO CARINHO para os nossos Soldados da Paz de Loriga, ao vos querer comunicar toda a minha gratidão, amizade e confiança, porque sei que também estavam do meu lado e de todos os loriguenses, pois o vosso lema de "Vida Por Vida" e bem elucidativo à causa nobre e de humanidade com que desempenhais tão gratificante serviço. Admiro-vos tanto por estarem sempre prontos a qualquer momento para qualquer situação e para salvarem as nossas vidas dão vocês as vossas, vos ADMIRO e vos LOUVO, porque eu Jorge Garcia o que fiz foi pouco comparado com o risco que vocês passam durante o ano, e por vós tornava a fazer a mesma coisa, pois adorava ver daqui para o futuro esta harmonia linda de todos, para tudo se tronar mais fácil e vermos a vossa casa ou seja o vosso Quartel com as obras concluídas AGRADEÇO a festa da recepção tão bem programada, bem sei que exigiu muito trabalho, dedicação e muito voluntarismo, mas sem dúvida estão de parabéns, devendo realçar a maneira organizada, rápida e eficiente, tudo muito bem preparado para que nada faltasse nesse dia e noite que para vocês era também especial. Para mim quero que todo o mundo saiba - SOIS SIMPLESMEMTE MAGNIFICOS, TALENTOSOS E GRANDES HOMENS E MULHERES - Vós os Bombeiros de Loriga os nossos Bombeiros, os grandes Bombeiros de todos os Bombeiros do mundo, quero que saibam que estão sempre presentes em mim, nunca vos esqueço e terei sempre junto do meu coração o VOSSO CARINHO E AMIZADE, que eu numa singela homenagem VOS SAÚDO COM UM FORTE ABRAÇO para Vos dizer MUITO OBRIGADO. Jorge Garcia Retirado da homepage de loriga.de http://www.loriga.de/ |
POSTO TURISMO DE LORIGA
Sabendo-se, hoje que fazer turismo significa antes de mais, mudar de local e que uma das variáveis que melhor indicam ao turista essa mudança para um local tão desejado é a paisagem, poder-se-á dizer, que Loriga e toda a região sudoeste possui uma capacida...de de atracção, oferecendo o chamado magnetismo para viajar. Desta constatação nascem três níveis de reflexão, colocados que estamos perante a vontade e o prazer de contribuir para o aprofundamento do modelo de desenvolvimento turístico desta região. O 1º, referindo a ligação entre paisagem e turismo, o 2º, discutindo uma potencial conflitualidade entre conservação do património e desenvolvimento do turismo. O 3º elemento, questionando o modo de funcionamento e gestão das actividades turísticas e a sua integração funcional na região. Pela conjugaçao de todos estes factores surge o Posto de Turismo que foi enaugurado dia 4 de outubro de 2009.
Postado e retirado do facebook de Adriano Lopes
Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
Jorge Garcia em entrevista ao Jornal "NOVA GUARDA"
Jorge Garcia o herói de Loriga
Cerca de 20 ciclistas e uma centena de automóveis acompanharam os últimos 20 kms do percurso de 2500 de Jorge Garcia, o ciclista “horizontal” de Loriga.À sua espera, dezenas de populares na Senhora da Guia e muitas centenas na Carreira.
Na memória dos presentes não existiu em Loriga uma apoteose similar.
O povo gritava: Jorge! Jorge! Jorge!
O ciclista agradecia e afirmava que repetia o feito se fosse necessário, pois Loriga merece tudo.
A Carreira encheu, o povo aclamou, as câmaras da SIC registaram. Os mais chegados choraram. Homens e mulheres. Os abraços efusivos e apertados não escondiam o apreço que o povo de Loriga tem por este homem simples que procurou agradecer à sua Terra e aos Bombeiros Voluntários (BV) o muito que por ele fizeram em tempos idos.
Os emigrantes têm este condão: o de nunca esquecerem a sua Terra. O estar acima de politiquices e rivalidades locais. Para Jorge Garcia Loriga é o seu sonho, a sua paixão. A seguir a entrevista exclusiva que concedeu ao NG
NG: Jorge, fale-nos de tudo o que se passou ao longo destes 2500 kms de estrada. Os seus sentimentos e a sua motivação.
JG: Eu por Loriga fui sempre acarinhado de uma maneira muito especial e nunca fiz nada para ser assim acarinhado. Por isso dá-me vontade de fazer tudo o que puder por Loriga e suas Associações. E por esta, a dos BV, especialmente. Eles têm um quartel com umas instalações magnificas e infelizmente o dinheiro não chega, não estica. Eles gastaram o triplo do que estava orçamentado para as fundações e depois faltou para os interiores. Faz dois anos que este quartel está parado e partir deste momento não pode evoluir. Só se está a afundar. E isso a mim faz-me mal porque sou Loriguense, sou bairrista, sou daqui e vejo que os BV estão numas instalações lamentáveis a salvar vidas… e com umas instalações boas paradas.
As razões desta epopeia
Antes de eu ir para a Suíça os BV levavam-me para as competições e nunca me pediram um tostão. E eu ao fim de tantos anos disse: vou fazer uma aventura de 2500 kms, as pessoas compram-me kms e reverte a favor dos BV. Foi tão simples quanto isso.
NG: Qual foi a pior coisa que lhe aconteceu?
JG: O pior dia foi quando cheguei a Pui, em França, que foi das 5 da manhã até as 18 horas sempre debaixo de chuva, chuva torrencial. Muitos colegas meus foram ao chão várias vezes e eu não caí não sei porquê. Passei no meio de 6, 7 que estavam no chão e não toquei em ninguém. Entretanto houve um colega meu que ficou bastante maltratado.
A pior situação nos dias todos foi o dormir pouco. Dormíamos 4, 5 horas por noite e ao ar livre. Pouca recuperação e muito esforço.
Sinto-me bem e se tivesse que fazer isto outra vez fazia-o pelo mesmo motivo.
NG: Soubemos que tinha um orçamento para dormir em hotéis mas preferiu ficar com os seus colegas ao relento…
JG: É verdade. Um restaurante de Montreux, propriedade do senhor Ricardo e da senhora Albina financiavam-me toda a viagem, bebidas, comidas e hotel. Mas tinha um grupo de estudantes da Universidade de Lausanne (20) que dormiam nos campings, nos recintos desportivos e em parques. Então eu sentia-me mal em deixá-los ali, ir para o hotel e no dia seguinte voltar do hotel fresquinho e eles ali naquelas condições. E então eu acompanhei-os e dormi sempre ao ar livre, no meu saco-cama e passou-se muito bem. Só houve um dia que foi complicado. Dormíamos num campo de futebol e a maioria dos estudantes ocupou o coberto das bancadas eu fui o último porque estive a afinar as bicicletas por causa das quedas que ia havendo, e fiquei sem lugar debaixo das bancadas. Então decidi ir para o meio do campo de futebol porque havia uma relva fofinha. Estendi o impermeável, meti-me no saco cama e deitei-me cerca da meia noite. Às 4 e meia chovia torrencialmente e eu não dava conta de nada. Foi o diretor da Universidade de Lausanne que me acordou…
NG: Episódios mais curiosos?
JG: Durante o percurso a rapaziada começou a desanimar por causa das condições climatéricas e eu tentava sempre motivá-los cantando durante a viagem… mas em Santiago de Compostela fiquei sozinho. A Viagem era de 260 kms mas em Redondel, em direção a Vigo, meti-me atrás de um camião para cortar o vento e tentar recuperar duas horas que a TV Galícia me fez perder para uma entrevista. Resultado: deixei passar o cruzamento. Tive que andar 30 kms para trás, fiz 60 kms a mais e perdi uma hora. Quando cheguei ao Porto tinha 320 kms.
NG: Se fosse agora fazia tudo outra vez?
JG: Sim. Por Loriga fazia tudo!
O quartel
António Conde, presidente dos BV Loriga, explicou à nossa reportagem que o Quartel está praticamente pronto mas as obras estão paradas porque faltam cerca de 70 mil euros mais os encargos da dívida. Até agora a iniciativa de Jorge Garcia angariou mais de 4 mil euros.
- “Mais do que aquilo que pudermos angariar com esta ação, ela é sobretudo importante pela visibilidade que confere a esta causa e a Loriga; e porque pode constituir o clique para o despoletar de outras ações semelhantes”, explica A. Conde.
Jorge Garcia continuou, durante o resto da tarde, a cumprimentar a população que o ovacionava sem esmorecer.
Retirado do site:Jornal Nova Guarda
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